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quarta-feira, 14 de março de 2018

Ser mulher.... não ... SER

Podia escrever sobre o que é ser mulher... todas as especificidades, sobre todas as vantagens e desvantagens... mas não me apetece...
Desculpa, querida Mel... estou , em parte, cansada deste mostrar as diferenças, deste medir forças... 
Vou antes escrever sobre o que é Ser...
Ser é dificil... Dá trabalho... Não estou a falar do simples existir... mas do Ser na sua essência...
Todos existimos, não temos outra hipótese, mas o que é Ser?
Ser é existir, é assumir uma unicidade que todos deveriamos ter... é lembrar que na vida não somos, nem devemos ser, todos iguais... É assumir que há diferenças, e que é bom ser diferente... é bom assumimos a nossa identidade... mas pode ser trabalhoso, até pode ser doloroso, quando não somos compreendidos por quem nos rodeia.. Por quem impõe que há uma regra a seguir e só uma forma de ser...Não digo que a unicidade não exista... mas por vezes, parece que se está a perder... parece que se vêm pessoas iguais que dizem fazer as mesmas coisas e até pensar as mesmas coisas... mas serão mesmo iguais? Estarão a representar um papel? Qual será a cópia?
Quem é realmente?

E tu? És ou existes?

Vamos praticar o Ser, sem farsas...

Vamos ser únicos!

E no meu caso... Sou, Existo, e  no meio de tudo, ou depois de tudo, sou mulher, mãe, filha, neta... Sou...

Beijinhos querida Mel, e desculpa fugir ao tema...

nat. do blog 5 em crescendo

quinta-feira, 8 de março de 2018

Ser mulher é...

... caminhar por um caminho cheio de obstáculos e nunca parar de andar! É olhar para o arco-íris e escolher o lado do sol! É chorar por dentro e estar com um sorriso luminoso nos lábios! É pensar que não consegue fazer nada, mas ao mesmo tempo faz TUDO! É pensar que não é melhor que ninguém, mas é alguém ÚNICO no Mundo! É receber uma mão cheia de nada, e agarra-la como se fosse tudo! Ser mulher é ser isto... e é ser MUITO MAIS! 
Little Star
 
... É crescer, amadurecer, é dor, é sangue, é rasgar, é colar, recompôr, recomeçar, tropeçar, levantar, decidir, caminhar.
É beijar, abraçar, amar, entregar entrelaçar dar e receber.
É parir, educar, amparar, ralhar, sofrer, aprender, sorrir, partilhar.
É envelhecer ao teu lado e ao teu lado morrer.
Mulher é Ser.

Suricate



... É rir, quando por dentro apetece chorar
É cantar, quando apetece gritar
É mimar, sem pedir nada em troca
É calar a raiva que nos sufoca
É estar sempre de braços estendidos
Para acolher os que nos são queridos.

Março 2013 
(as Frases vencedoras das 26 que participaram no desafio do dia da Mulher aqui)

Fica assim lançado o mote para o tema de Março! Ser Mulher e há tanto por dizer... .
Enviem os vossos textos ou poemas ou fotografias ou o que quiserem alusivo a este tema para dofundodocoracao1@gmail.com. Gostaria que colocassem no fim a vossa idade, acho curioso que a nossa perspectiva da vida e de nós próprios vai mudando com o nosso amadurecimento. 
Vamos pôr ordem à casa e a partir de agora serei eu a escolher a participação mais marcante!  
Obrigado por estarem por ai!

Tenham um dia feliz, uma vida cheia de luz e amor!

sexta-feira, 2 de março de 2018

Sobre a amizade verdadeira...

        Quando penso em amizade verdadeira, numa perspectiva romântica penso como seria bom ter uma melhor amiga, daquelas sempre perto e presentes todos os dias, conheço alguns casos de e acho isso muito bonito e especial! No entanto, quando penso em amizade verdadeira... na prática penso em todos aqueles que já fizeram parte da minha vida e tiveram um papel importante numa determinada fase. Pessoas que partilhei crescimento... alegrias, lágrimas, gostos, medos e que farão parte da minha história ainda que a vida nos tenha levado para caminhos distantes.​ 
        Quando penso em amizade também me lembro das desilusões, das expectativas demasiado altas, "do dar tudo" para quem não está nem ai.. e depois penso que também isso faz parte da vida e da nossa humanidade!
        Quando penso em amizade verdadeira penso numa amiga tão maravilhosa que o fato de nunca termos estado cara a cara e de estarmos a 300 km de distância nunca foi impedimento para estarmos pertinho, para ela conhecer muito mais de mim que outros que estão todos os dias e ter sempre nela uma palavra de animo, um abraço-casa de todos os dias! Suri sabes o que sinto... que a amizade também tem admiração, um orgulho pelo o outro e tudo isso misturado com amor e gratidão!
           Quando penso em amizade lembro tantas vezes com lágrimas daquele "mais que amigo" que se preocupava em me ajudar e apoiar sempre, mesmo deixando a si mesmo ou a sua família para último, ajudar tantos por amor a Deus e aos outros (o pastor da minha antiga igreja)... Ele olhava-me nos olhos, preocupava-se genuinamente e eu sentia o seu amor. Quando no outro dia falava dele à minha princesa M. para lhe perguntar se ela se lembrava do Paulo, ela disse: "ó mãe se ele era assim então era muito parecido com Jesus", suspirei fundo e sorri acenando com a cabeça e com o coração! Partiu cedo demais e foi a perda que mais me custou até hoje porque fica a saudade, o exemplo, a amizade e o buraco da sua ausência que ninguém pode preencher.
         Quando penso em amizade verdadeira penso no meu marido e no privilégio de nos termos um ao outro, apesar de não ser tudo um mar de rosas, sinto a sua amizade e que me defenderá sempre!​ Acho que Amor sem Amizade nunca resultará!
         Quando penso em amizade pura penso em Deus, que tanto tem feito na minha vida com o seu amor, com os seus planos, transformando revolta, dor e tristeza em amor, gratidão, fé e esperança! Ele mudou a minha forma de ver os outros, a mim mesmo e a importância de ser fiel aos seus valores. Deus é a força do meu coração e inspira a minha vida para procurar ser melhor, fazer melhor e amar melhor!

         Tudo isto é amizade verdadeira e só posso estar grata!

__________________________________
Ps.
Obrigado a todos os que participaram no desafio de Fevereiro sobre o tema da amizade... houve um empate: Suri e nat. por isso peço à nat. para me enviar a morada para o mail para mandar o miminho! 
Suri as contas contigo são outras... a continuar assim levas-me à falência ;)

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Bom dia!




sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Podia haver lojas de amigos!


Imagem relacionada
   Saint-Exupéry

   Ah se houvesse uma loja de amigos de certeza que juntaria muito dinheiro até conseguir comprar um bom amigo!
   Podia haver lojas de amigos, dava imenso jeito, nos dias em que as lágrimas não nos largam. Nas horas em que o coração aperta e nos sentimos perdidos. Também dava jeito nos dias alegres, nas conquistas, oh como é bom quando sentimos que alguém se alegra por nós verdadeiramente! 
Dizem que os amigos são a família que o nosso coração escolhe. São aqueles que esperamos que nos digam "podias melhorar aqui" ou "não vás por ai". São aqueles que esperamos que sejam um reflexo para nós nos guiarmos. São aqueles por quem tiramos a camisola se for preciso. 
 Amizade requer confiança, e amor, e tempo e bondade.
    Há poucas coisas pelas quais me orgulho mas uma delas é ser uma pessoa em quem se pode confiar. E a confiança é a base da amizade. 
Mas tenho poucos bons amigos. 
Talvez grande parte por minha culpa... ou não.
Podia haver lojas de amigos mas as melhores coisas da vida não têm preço!

 (texto escrito há uns anos...)
______________________________
ps esta definição de amizade do Saint- Exupéry é das mais queridas e simples que já li:

      SE TU QUERES UM AMIGO, CATIVA-ME!

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Não se pode ter muitos amigos

Não se pode ter muitos amigos. Mesmo que se queira, mesmo que se conheçam pessoas de quem apetece ser amiga, não se pode ter muitos amigos. Ou melhor: nunca se pode ser bom amigo de muitas pessoas. Ou melhor amigo. A preocupação da alma e a ocupação do espaço, o tempo que se pode passar e a atenção que se pode dar — todas estas coisas são finitas e têm de ser partilhadas. Não chegam para mais de um, dois, três, quatro, cinco amigos. É preciso saber partilhar o que temos com eles e não se pode dividir uma coisa já de si pequena (nós) por muitas pessoas. 

Miguel Esteves Cardoso | © Amy Kiley

Resultado de imagem para não se pode ter muitos amigos

Ps. enviem os vossos textos sobre o tema da Amizade para dofundodocoracao1@gmail.com.
      Tenham um bom dia!!

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Amizade (3)

A dor de uma Amizade

Vem cá. Senta-te aqui ao pé de mim. Olha para mim. Lembras-te de mim?
Eu lembro-me de ti. Parecias um bichinho assustado quando te vi pela primeira vez. Tinham-nos acabado de abrir uma janela de oportunidade de futuro e estavamos ambas a concorrer ao mesmo emprego, para pertencer ao mesmo grupo de trabalho. Tinhamos 20 anos e uma sorridente vida inteira à nossa frente. Por causa da minha infância e adolescência rápidamente reconheci em ti aquele tipo de miúda de quem todos iriam tentar abusar, eras frágil, dócil, demasiado frágil, demasiado dócil. Tomei-te debaixo da minha asa. Ensinei-te tudo (o pouco) que sabia da vida, tentei ajudar-te a crescer. A tua permanente vontade de agradares a tudo e a todos irritava-me solenemente. A tua tendência para seres “tapete” tirava-me do sério. A cada batalha que surgia no trabalho lá estava eu na linha da frente defendendo-te com uma fé canina de tudo e de todos.
Dei-te tudo de mim. Anos passados eu sorria de peito cheio ao ver-te uma mulher adulta e com carreira profissional à tua frente.
Sentia um orgulho intímo porque sabia ter-te ajudado a seres quem eras.
Acompanhei-te ao altar. Fui a primeira a pegar na tua filha. Fui o teu ombro quando a tua mãe adoeceu, fui ouvidos dos teus desgostos, frustrações, desilusões e desabafos, fui o abraço com que podias sempre contar. Os teus sonhos, os teus segredos. Éramos o Alfa e o Omega, o Roque e a Amiga.
Eu estava lá.
Também estava lá no dia em que foste a primeira a apontar-me o dedo. Estava lá quando me acusaste de algo que eu não era, nunca fui e tu mais que ninguém tinhas obrigação de saber. Estava lá quando nos dias mais negros da minha vida precisei da minha melhor amiga e tu me respondeste que precisavas de tempo, precisavas de espaço. Estava lá quando foste a primeira a não confiar em mim. Estava lá quando no trabalho optaste por ficar ao lado daqueles que só te ofereceram posição da confiança deles, porque eu te ensinei a crescer e na dúvida entre ti e mim, empurraste-me para trás, para que só a ti te vissem.
Estava lá no dia em que fizeste de mim tapete para entrares no teu novo gabinete.
Nunca tinha conseguido enxergar Judas em ti, mas eu estava lá no dia em que realmente te vi.
Vivi muitos anos mergulhada numa tristeza profunda em que preferi esquecer a tua existência, tentei matar-te dentro do meu peito, mas a lança que aqui deixaste atravessada fazia-me lembrar de ti a cada respiração. Havia dias em que a dor era lancinante, chorar não aliviava e respirar doía.
A doença encontrou-te e quando eu soube foi como se nos tivessemos despedido ontem, no dia seguinte aproximei-me de ti e disse-te: “Apesar de tudo, estou aqui para o que precisares.” Abraçaste-me e eu qual criança inocente voltei a acreditar. Mas por muito pouco tempo. Já não sou criança. Já não sou inocente…e desta vez não precisei de quase 20 anos para perceber que a única coisa que consegues ver em mim é um meio, para atingir um fim.
Por isso amiga, como diz a música “o que lá vai, lá vai” desta vez quase não doeu, pelo menos para quem está a ver do lado de fora, porque se espreitassem aqui dentro, perceberiam que vivo de peito rasgado, arranquei-lhe a lança, ficou a dor, porque a amizade que tinha por ti perdi-a e não a voltei a encontrar.

16/02/2018

Suri

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

:)

Imagem relacionada

domingo, 18 de fevereiro de 2018

Amizade (2)

Um segredo que podia ser meu...
Como todos os dias, fui espreitar o shiuuuu... e lá vi este segredo:










Este segredo podia ser meu... e infelizmente podia ser meu duas vezes...
Uma, perto do final do secundário... no 10º ano, aquela que tinha sido a minha Amiga se sempre e que me tinha acompanhado desde a infância e adolescência, mudou de escola, por uma história complicada (e que não interessa para o caso)... muita gente a culpou por muita coisa... eu não a tinha culpado... e gostava de a ter acompanhado naquela altura... sabia que a culpa não era dela... mas também sabia que o melhor para ela era mudar de escola... acabei por me sentir perdida, pois aquela que sempre tinha estado lá, tinha-se afastado... e apesar de no ano seguinte ainda a ter encontrado noutras actividades... já não era a mesma coisa... sentia-a retraida... não sei o que era... se calhar não lhe soube demonstrar que para mim, ela continuava a ser a minha amiga, independentemente do que tinha acontecido... já lá vão muitos anos... desde o final do 10º ano... ainda dói pensar na separação e na (falta de) razão para a separação... continuo a sorrir ao relembrar as nossas conversas de adolescentes...
Heliana, se alguma vez leres isto, é mesmo para ti! Fizeste-me muita falta...

Mais tarde vim a conhecer a Sam, muito parecida comigo em muitas coisas, crescemos uns aninhos juntas... até que conhecemos os Paulos (desculpa ter-to apresentado...) eu estava feliz, e tu também para lá caminhavas, ou aparentavas caminhar... mas em algum tempo deixei de conseguir aquelas saidas a 4... que não eram a 4... eramos eu e o meu Paulo, tu, e o "teu Paulo" e os amigos dele... tardes a fio no café... e eu que não gostava de estar parada no café... até que um dia não deu mais... e não havia tempo para estarmos juntas que não fosse no café... continuavamos a falar muito ao telemóvel, e achava que não estavas feliz com ele... falamos muitas vezes de muita coisa... até que as conversas foram escasseando... entretanto convidaste-me para o teu casamento... fiquei feliz, pois pensei que estivesses feliz... e tivemos uma aproximação momentanea... e voltamos à distância... entretanto soube que te tinhas separado... nada me fazia prever que isso pudesse acontecer, pois todas as notícias que terceiros davam sobre ti, levavam a crer que estavas feliz e que tudo corria bem... fiquei a saber que as razões eram parecidas com os problemas que existiam durante o namoro... espero que tudo te corra bem... espero que consigas ser feliz, pois uma pessoa simples como tu, merece tudo de bom... Pode ser que aos 80 anos não tomemos o tão falado cházinho que tinhamos combinado... mas que vivamos até lá e que sejamos felizes!
Beijinho Sam"

Outro texto relacionado de 15 de Maio de 2015:
"Ironias...
Desde há uns anos, com o evoluir das redes sociais, que eu procuro uma amiga de infância...

Já não sei bem como foi, andávamos sempre juntas para todo lado, até que numa altura nos separamos... por um motivo que a nenhuma das duas dizia respeito, mas o resultado foi esse...
Ela mudou de escola, raramente nos víamos... até que ficou o vazio... 
Hoje foi o dia em que, ao pesquisar pelo nome dela numa rede social, apareceu.... está como me lembro dela :) enviei o pedido de amizade... pode ser que aceite, ou que ignore, afinal já lá vão 17 anos... onde está a ironia? a minha filha tem o mesmo nome que a filha mais velha dela... 
Há coincidências difíceis de explicar...
Ou se calhar não...
Fiquei feliz por ter encontrado o perfil dela e de ter enviado o pedido de amizade... 
O que acontecer depois disto, ao futuro diz respeito...
O que vier, virá por bem...
Fiquei feliz por ver que está bem, que tem a sua família...
Hoje que se comemora o dia da família, encontrei alguém que foi muito importante para mim, que para mim era parte da família, ou até mais... " 
Amigos são preciosos, os bons! São os que estão connosco quando estamos bem, e permanecem quando estamos menos bem... São os que ficam felizes quando estamos felizes, que sabem puxar-nos para cima quando precisamos, que estão connosco, em silêncio quando só precisamos de companhia e não há nada que possa ser feito...
 Amigos são irmãos de coração, são família, são muleta, são balão...

Conto-os pelos dedos de uma só mão, mas são tão meus... E são tudo o que preciso... 
Por hoje é isto...
Muito mais haveria para escrever sobre a amizade... Do presente, do passado, de ideologias, de fantasias...

Beijinhos
nat.
https://5emcrescendo.blogspot.pt/

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Amizade (1)

   Precisamente em 2014, num dia de manhã, minha mãe disse que teria que ir ao médico. Eu não estava bem. Já não conseguia dormir à alguns dias. Já mal comia. Emagreci mais do que já era. Não via encanto em nada. Eu só queria desaparecer.... Não queria ir, mas fui! Antes mesmo de entrar para a consulta já só chorava. Não conseguia parar. Era incontrolável. O médico falou para mim e eu não dizia nada. Chorava apenas. Naquele dia só chorei. Foi-me diagnosticado depressão profunda. Hoje sei, que naquele dia, demonstrei perante os outros o que já tinha feito à algum tempo. Desisti de mim. Perdi-me e sinceramente não queria encontrar-me nem que o fizessem. Achava que não valia a pena. Hoje ao recordar sei que dei muitos sinais que eu não me fui apercebendo do que estava a acontecer. Deixei-me ir. Porém, tive sorte. Nos médicos que me acompanharam. Na familia que me apoiou. E na irmã de coração que eu tive. Sim, a amizade é a familia que escolhemos. Mas esta amiga não fui eu que a escolhi. Foi ela que me escolheu a mim. Acompanhou-me no meu processo de recuperação. Nunca falamos no assunto. Não era preciso. Não eram palavras que eu precisava. Os gestos, as atitudes, a fé em mim, as ações, os sorrisos falavam por si. Ela entendia-me mesmo sem saber o porquê. Nem eu mesma sabia. Ela acreditava mesmo que eu não o fizesse. Ela tirava-me de casa quando eu não o queria fazer. Fez-me agarrar às pequenas coisas que eu gostava de fazer quando isso até a prejudicava fisicamente. Ela fazia comigo. Ela estava lá. Sempre! Foi mais que uma amiga. Foi uma irmã para mim. É daquelas pessoas que por mais tempo que passamos sem falar ou afastadas quando nos reencontramos é como se essa falha de tempo não existisse. É daquelas pessoas que tem e vai ter sempre um lugar especial no meu coração! Ela sabe disso. Sente-se!
   Hoje estou bem. Fiz um longo caminho pessoal. Tive que nascer novamente. Hoje existe uma nova Liliana. Melhor. Mais viva. Consciente dos seus limites e das suas fraquezas. Mas capaz de fazer tudo para conquistar o mundo e a felicidade. E se eu estou ainda por cá é porque tive pessoas maravilhosas de coração ao meu lado. Pessoas que sabem o que é verdadeiramente a amizade. E a elas eu agradeço. Obrigada por fazerem parte de mim. Da minha história. Da minha vida.


 Liliana
do Blog Uma das 3 irmãs 

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Temas da Vida Fev ♥ AMIZADE

























É com entusiasmo que vos apresento o tema do mês de Fevereiro, algo maravilhoso que nada pode pagar:
         A Amizade!!

A amizade é um amor bonito, aliás não há amor sem amizade! 

A amizade é o inicio, o meio e o fim. 
A Amizade é um raio de sol num dia cinzento. 
É um sorriso doce porque alguém se preocupa e pensa em ti. 
A amizade é um perfume agradável e duradouro.
Amizade é um pingo de mel em dias azedos.
É consolo, alívio, gratidão e partilha.
Amizade é dar a mão, um abraço, um raspanete, é dizer "não vás por ai".
Amizade é dar e esperar muito. É rir e chorar. É ajudar a levantar. 
É mais acção do que palavras bonitas.
Amizade é um mergulho fresco em dias quentes.
É admiração, cumplicidade e generosidade.
A amizade acalma o coração, coloca-se no mesmo patamar.
É apoiar, confiar e amar sem limitações.
Amizade é permanecer junto, mesmo que a vida nos dirija para outros lugares.
Amizade não se agradece. Valoriza-se, retribui-se!

Durante este mês vamos falar deste AMOR maior, dizem que os amigos são a família que escolhemos para morar no coração!


Como se sentem em relação às amizades? Já sofreram desilusões? já foram traídos por um amigo? Têm um melhor amigo? Vários? Não têm amigos?
Escrevam um texto sobre a amizade, pode ser um poema, uma alguma situação que vos tenha marcado, podem contar algo sobre alguns amigos especiais, podem escrever uma carta ou uma dedicatória a um amigo(a) verdadeiro,... enfim pensem sobre isto e vão colocando no papel aquilo que sentem quando pensam neste tema!
A partir de hoje enviem os vossos textos para dofundodocoracao1@gmail.com que vou publicando conforme forem enviando para não serem publicados todos ao mesmo tempo. Já sabem o texto mais comentado ganha um miminho personalizado!

Vamos partilhar pedaços de amizade?!

Bjos doces

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Memórias de infância (6)

Há cerca de quatro anos atrás, escrevia eu num outro registo, que acabei por eliminar, um texto sobre a minha infância. Precisava de espaço, de arrumar ideias e voltar a mim. Porque eliminei blogue e conta, perdi textos e pessoas neste percurso.
Entretanto voltei, e de coração cheio, encontrei as pessoas e o meu texto que julgava perdido. E é assim com as mesmas palavras, que volto a participar no blogue da Mel. Não venho com intenções de ganhar prémios ou fama. É mesmo só pelo prazer de participar.
"Quando escrevi à Mel a perguntar se ainda ia a tempo de escrever sobre a minha infância, o assunto do texto era Infância fora de prazo. Depois apercebi-me era muito mais que isso. Acho que há uma parte de mim que ficou lá atrás, e digo isto com orgulho. Tem de haver sempre um pouco de criança dentro de nós.
A minha infância foi normal, sem dramas, sem doenças graves, com amor, calma e saudável e com umas galhetas pelo meio. Era muito traquinas e distraída. Depois a minha mãe deixou-se disso, das galhetas, era ela que ia para o quarto chorar e eu ficava muito bem a brincar como se nada tivesse passado. Esquecia-me.
Tivemos (eu e o meu irmão) sempre tudo de acordo com o tamanho da carteira do meu pai. O meu pai ficou sem pai aos seis anos. Era uma forma de se compensar, da infância que não teve.
Tive outra coisa muito importante que não se prende a dinheiro. Valores. Honestidade. Humildade. Carinho. Sinceridade.
A minha mãe ficou em casa a tratar de nós, a brincar às escondidas enquanto o jantar estava no fogão. E olhem que a casa não era grande. Mas quando somos pequenos as coisas parecem maiores.
Quando trovejava dormíamos todos juntos. Não sei quem tinha mais medo. Se ela se nós.
Tinha muito amigos, muitos deles imaginários, tinha outros reais. Os policias da vila por exemplo eram meus amigos. Claro, vivia mesmo por cima do posto da policia. Desenhavam-me bonecas em papel, brincavam comigo e eu não saía de lá.
Uma vez ia sendo raptada por uma cigana. Não podia ver ninguém a comer tomate que dizia logo: "Ohhh, tenho fome.
". E se não fossem os meus amigos reais, hoje já devia ser avó, e andava a vender roupa nas feiras. A cigana já estava a empacotar as coisas para se meter a caminho e achou-me muita graça. E eu, porque não?!? Enquanto houver tomate eu estou bem.
Sempre tive pancadas... uma delas foi embirrar naquele dia que queria leite azul. Há 40 anos atrás não havia corantes. Ou era leite branco ou leite com chocolate. Na minha casa havia sempre Nesquik. Mas naquele dia o leite tinha que ter outra cor. A minha mãe já em desespero dizia que não havia leite azul.. e o meu pai, sempre muito prático, sugeriu " compra-lhe uns óculos"!
Não me lembro de chegaram a comprar.
Os meus pais eram mais uns irmãos mais velhos, que nos limpavam os joelhos e as lágrimas, que estavam ali sempre que precisávamos.
Acho que tudo isto faz de mim aquilo que sou. Estou de bem com a vida. Claro que nesta fase adulta a única coisa que não combina é o meu peso. Mas se tudo fosse perfeito era uma monotonia e eu acabava por me cansar.
Mel, um beijo enorme para ti, para quem te lê, para quem me lê também.
Felicidades, do fundo do (meu) coração :) "

Maria T.
minimalmariae.blogspot.com

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Memórias de Infância (5)

Desde pequena que me lembro de todas as brincadeiras que tinha com o meu pai e o meu irmão, eram os meus dois protectores, os mais protectores do universo. 
Lembro-me de histórias que a minha mãe contava às visitas que iam a nossa casa,  o meu irmão ficava toda a hora, minuto a minuto a ver-me a dormir no berço e a confirmar se eu estava a respirar ou não. 
Foram bons momentos que passei com ele na nossa infância, lembro-me de cada pormenor daquele quarto, cada pormenor de cada brinquedo e cada pormenor da alegria do nosso rosto.
Se sinto saudades? sinto, e muitas mesmo, hoje em dia ele já é um homem casado com um filho de 9 meses e vejo nele o irmão/pai que sempre tive, vejo-o a fazer ao filho exactamente o que fazia comigo e sorrio sempre que o vejo. 
Tenho saudades de o ter comigo, de viver comigo, mas sei que as boas memórias, estarão sempre guardadas nos nossos corações e serão sempre recordadas

Mad
do Blog Simple Mads

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Memórias de Infância (3)

Vamos só lembrar do bom...

Das tardes na casa da avó, com o sol a entrar na sala de jantar e eu a fazer os trabalhos de casa... O som da avó vindo da cozinha a preparar o lanche, o copo de leite quentinho (leite branco, na altura eu gostava assim...) e o pão torrado com manteiga, na frigideira apertado com o testo da panela para ficar bem espalmadinho e lisinho... Que era o que eu gostava...
Às vezes para acompanhar vinha também uma banana, ou uma tangerina... Ou então a pêra mais amarelinha e docinha da fruteira...
Lembro-me também de tentar ensinar a minha avó a ler e a escrever... Mas acho que no fundo ela não queria muito... Achava que já não tinha idade para isso... Sempre admirei a avó! Ninguém a enganava no toco do dinheiro, nem nas horas que eram!
Tinha (e ainda tem!) paciência para todos...
Quem me dera ter a paciência dela!
Tinha colo quando era preciso! e quando não era também! Estragava-me com mimos!
Queria que me esforçasse para não ser como ela... Mas eu só queria ser como ela!
Acho que ainda quero!
Quero que os meus filhos se lembrem que os abraço, que os cheiro, que os amo, como eu me lembro de a minha avó fazer comigo... 
Quero que eles se lembrem da história que inventei (ou só que inventei uma história) para os distrair de um momento menos bom... Como a minha avó fazia comigo...
Que se lembrem que às vezes páro o meu mundo para ir um bocadinho ao mundo deles, enquanto eles deixam, como a minha avó fazia comigo...

Momentos bons... Daqueles de que tenho saudades...


Beijinhos querida Mel...
Só tu para me pores a "olhar para trás"

nat. 

Do Blog 5 em Crescendo 

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Memórias da infância (2)


Ainda me lembro do dia em que veio a televisão lá para casa, foi uma alegria, mas não nos mudou o hábito das brincadeiras de rua. Na minha aldeia há um largo, onde nos juntávamos para brincar, rapazes e raparigas, ás escondidas,à apanhada, ao lá vai alho, cabra cega e outras brincadeiras aí já separadas por raparigas e rapazes as cozinhas das mães, com as bonecas e eles ao berlinde, aos índios e cowboys. Só íamos para casa à noite, não por perigo, mas porque eram horas de jantar e jantávamos todos juntos, na cozinha e não à frente da televisão. Pouco via tv e só tinha dois canais. Nunca senti falta de mais e era feliz, tão feliz.
No dia de Natal íamos bem cedo à chaminé ver o que o menino Jesus nos tinha deixado, depois íamos para a rua mostrar uns aos outros o brinquedo que tínhamos recebido, não eram três ou quatro, era um, no máximo dois.
E éramos tão felizes...
A loucura do ano eram as festas da aldeia, eu ia para a quermesse, estreava uma roupa por cada dia de festa, era uma alegria aqueles bailes, agora tudo isso é pimba...eu era feliz nos bailes.
Tenho 49 anos, sou feliz, mas tive uma infância feliz com um grupo de amigos que ainda hoje o somos, acho que quando nos encontramos nos nossos olhares esses momentos estão connosco.

Beijinhos

Marina Maia

Do blog LIVE YOUR DREAM

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Memórias de Infância - (1)

 “Cheiros da minha infância”

As memórias mais felizes que guardo da minha infância são memórias do cheiro a fim de semana.
Ao sábado de manhã gosto de me levantar cedo porque aos primeiros raios de sol cheira-me a feira.
Eu e o meu pai arrancávamos de casa bem cedo, juntos iamos para a feira vender. Eu adorava aquele buliço e o ambiente, o montar a tenda, o expôr os artigos da forma mais apelativa possível. Dava por mim a beber as expressões que o meu pai usava para atrair a clientela e depois tratava logo de o imitar, ele piscava-me o olho sorridente e orgulhoso sempre que eu vendia artigo. Desenganem-se os pingos doces e os continentes se acham que foram os inventores do “leve 3, pague 2!” quanto a mim foi o meu pai e nem admito discussão.
O domingo de manhã cheira-me a graxa. Era esse o primeiro aroma dos domingos de manhã e eu ainda de pijama, saltava da cama, corria lá em cima ao terraço e lá estava ele, o meu pai: Sapatos alinhados em parada militar, o meu pai sentado como um profissional num banquinho de madeira rentinho ao chão, farrapo traçado na coxa a postos para puxar o lustro com firmeza um a um. E eu ali ficava encantada a vê-lo, inspirando fortemente aquele cheiro que guardo até hoje. Não sei o que brilhava mais se os sapatos lustrosos como novos, se os olhos dele inflamados pelo gosto que punha em tudo o que fazia.
À hora do almoço de domingo cheira-me a espuma da barba.
Enquanto outros aromas se entrelaçavam na cozinha, o meu pai ia fazer a barba e eu tinha lugar na primeira fila para aquele ritual. Primeiro enchia o lavatório, depois fazia a espuma, em seguida cobria o rosto com aquele pedaço de pai natal, e por fim eu redescobria sempre o rosto cheiroso e macio de meu pai que pegava em mim ao colo e me pedia para eu ver bem de perto se ele tinha feito um bom trabalho. Eu aconchegava-lhe o queixo com ambas as mãos que mais do seu rosto não abarcavam e afogava o meu nariz na sua bochecha…cheirava-me sempre a pai bonito.
Ainda hoje sempre que me deito, o lençol  exala um cheiro a saudade, porque me faltas tu ali sentado na beira da minha cama a atracares-me os cobertores e aconchegares-me de carinho. Sinto falta da tua mão áspera a afagar-me os cabelos como quem me acalmava a rebeldia.
Nunca mais fui linda como só os teu olhos me viam pai.

Hoje, gosto de comtemplar as minhas mãos, nelas as veias azuladas e proeminentes deixam adivinhar o pulsar de um sangue teimoso e determinado, o teu, que nelas corre e que todos os dias me lembra que por muito que de mim te afastes meu pai, a cada bater do meu coração te trago comigo.

Suri

17/01/2018

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Ps Se quiseres participar neste tema envia um texto sobre as tuas Memórias de infância até 5 de Fevereiro para o email dofundodocoracao1@gmail.com . Já agora vai comentando os textos que mais gostas!
Obrigado por esta nossa partilha tão boa! ♥

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Memórias da minha Infância

A carta que a minha mãe nunca irá ler

Fecho os olhos.
respiro fundo... os pensamentos e sentimentos atropelam-se. Quero dizer tudo, não quero dizer nada... para não magoar a ti nem a mim, não quero ser injusta.
Falar sobre tudo mexe com as minhas entranhas. Tu sabes que éramos uma equipa, era tua amiga, companheira, ajudante, ama dos meus irmãos, tentei cumprir a promessa de te ajudar... mas esqueces-te sempre que também eu era uma criança.
Vivemos muitas coisas difíceis, separação do meu pai e irmão mais velho, mudanças constantes de casas e escolas, as coisas que vivemos com o 2 º homem que escolheste, o horror das noites a fugir do "monstro" do álcool, as cenas de violência... sempre quis proteger-te, ajudar-te, fazia tudo por ti e pelos meus irmãos, sei que não tinhas mais ninguém com quem contar mas também eu era uma criança.
Era alegre e divertida, mas houve muitos dias que tive medo... nunca o demonstrei porque a tua vida sempre foi muito difícil e eu compreendia isso, percebi desde cedo que precisavas de mim e eu lá estava. Só queria ser ajuda e não mais um problema para ti, dentro de todo o caos de vida familiar e interior que vivias.
Mas sabes o que mais custa cá dentro? são todas as vezes que não passaste a tua mão pelo meu cabelo, todas as vezes que não me aconchegas-te os cobertores, todas aquelas que não viste as minhas lágrimas, são todas as vezes que não perguntas-te "como correu o teu dia?!", são todos os abraços que nunca me deste, todos os beijinhos que não tive, todos os "gosto de ti", "adoro-te" ou "amo-te" que nunca te ouvi dizer. Todos os incentivos e apoio que nunca recebi: "boa", "obrigado", "és uma boa filha" ou "tenho orgulho em ti", nada disso. Pelo contrário, sempre exigiste muito de mim porque sempre te dei o máximo, tudo o que podia mas sempre te esqueceste que também eu era uma criança.
Tomava conta dos irmãos sozinha lembras-te?! tão pequenina e ficava com os dois enquanto davas aulas à noite e sabes era muito divertido e leve, tudo correu bem... Deus nos protegeu! Tive sempre uma grande maturidade, o que nem sempre é bom, acho que faltou viver mais meninice. Mas aquela tareia que me deste com o pau da vassoura marcou... as palmadas com o chinelo de madeira um pouco menos, mas todas as vezes que não me vias como filha marcaram ainda mais que todas as tareias físicas possíveis. Tento arranjar algumas explicações para a tua distância mas às vezes nenhuma delas encaixa cá dentro.
Fui a segunda mãe dos meus irmãos mais novos (e muitas vezes a primeira) e aquela com quem podias contar para tudo, confesso que sinto um certo orgulho disso.
A certa altura gostava muito de ficar na casa de amigos e colegas o tempo que pudesse só para conhecer e sentir o cheiro a família, só para ver como é o amor de outras mães... e esse confronto doeu, porque não sabia como era uma relação "normal", só conhecia a minha realidade. E a partir daí tive que gerir cá dentro muita coisa, ainda tenho...
Não te quero julgar... herdei de ti a fibra de lutar, de ser corajosa e desenrascada que tem servido de muito para a minha vida. O sentimento constante de gostar de ajudar também de alguma forma me caracteriza por aquilo que vivemos juntas.
Nem tudo foi mau.
Não te quero julgar... percebo que não conseguiste fazer melhor, tiveste uma vida dura, perdeste o teu pai com 13 anos, perdeste o teu chão, o teu norte, escolheste mal os pais dos teus filhos, tudo te faltou mas ainda assim tens sempre um sorriso na cara para dar aos outros e isso também herdei de ti! Nem tudo foi mau, mas por mais que me custe dizer não soubeste cumprir o papel de mãe para comigo, ainda hoje não consegues. Bem cá no fundo espero que chegue esse momento, que tenhas algo de mãe para mim... um dia.
 Estas cicatrizes doem muito cá dentro... uns dias mais, outros menos. Agradeço a Deus o trabalho que tem feito no meu coração (e ainda preciso que continue a fazer): para minimizar estragos emocionais, para perdoar, para ajudar, para compreender, para amar, para ver o lado bom, para fazer melhor com os meus filhos. Vou errar como mãe... oh se vou... tenho muitas falhas sim, mas aquilo que me faltou isso não lhes faltará: colo e amor de Mãe!
  Fecho os olhos, respiro fundo e procuro encontrar tudo de positivo que trouxe em mim toda a vivência na infância. Deu-me arcaboiço para enfrentar as dificuldades da vida com outra perspectiva. Sim, mas o mais difícil de suportar será sempre todos os abraços que nunca me deste, todos os beijinhos que não tive, todos os "gosto de ti", "adoro-te" ou "amo-te" que nunca te ouvi dizer...

22/01/18


sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Temas da vida - Memórias de Infância

"Na Infância... Bastava sol lá fora e o resto se resolvia."
                                                                           Fabrício Carpinejar


Ps. Espero pela vossa inspiração sobre este tema... (já recebi um texto lindo)!
Bom fim-de-semana para vocês com amor, sol e algum descanso!

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Temas da Vida ♥ Janeiro!

Pois bem lembram-se do que vos propus aqui?! vamos começar!

          Memórias de Infância é o tema de Janeiro!

Todos nós de uma forma ou outra somos reflexo da nossa infância. As aprendizagens e experiências que ela nos trouxe reflectem-se bastante naquilo que somos hoje como adultos e também como pais ou futuros pais. 
Na fase adulta, as vivências da infância moram de uma forma especial no nosso coração e resgatam a lembrança de tudo o que vivemos numa época de inocência e simplicidade.   
           
Quais as vossas memórias de infância? Quem foram os vossos pilares? Que cores, sons e imagens vos traz?  O que mais vos marcou? De que forma ela se reflecte nos adultos que são hoje?

 Escrevam o vosso texto livremente e enviem para o email dofundodocoracao1@gmail.com até 5 de Fevereiro. Não se esqueçam de colocar no final do texto, o link do vosso blog/site caso tenham. 
Depois irei publicar os textos, aquele que for mais comentado ganha um prémio personalizado! 
Não precisam de seguir o blog, todos podem e devem participar, aqui o mais importante é a reflexão e partilha de experiências e a riqueza que nos poderá trazer! 

Se quiserem podem também sugerir temas para abordarmos ao longo deste ano!

Fico aguardar os vossos contributos!
Boa semana!!

Bjos doces




segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

O que esperar deste blog? E um desafio...

Imagem relacionada
(foto retirada do google)





















Bom, este blog tem a minha cara e uma coisa é certa coloco aqui muito conteúdo do meu coração! 
Neste nosso espaço gostaria de continuar a publicar aquilo que me vai passando pela cabeça, também coisas úteis, sítios que gosto ou que aconselho; produtos que gosto ou que compensam; itens de alimentação/vida saudável; criatividade com o: faça você mesmo; testemunhos, frases ou pensamentos com os quais me identifico; decoração; coisas de mãe e mulher; assuntos sobre Deus e família; e seria muito bom dar continuidade a uma ideia antiga, partilha de experiências e histórias de vida! Já vos disse que este espaço só faz sentido para mim sendo um lugar de partilha e de amizade. Mesmo quando não estivermos de acordo, mesmo que não nos identifiquemos podemos sempre aprender algo com o outro, com a vida e opinião do outro.  
 Assim, para que essa tal ideia possa resultar, preciso da vossa participação. À semelhança do que fiz há uns anos no desafio da infância, a ideia é lançar temas e quem quiser participar escreve um texto sobre o tema em questão e publicarei aqui com o nome e blog do autor. Para tornar mais estimulante para quem participa, quem tiver mais gostos e/ou mais comentários ao seu texto ganha um prémio simbólico que será personalizado. 
Gostava muito que pudéssemos então partilhar algumas opiniões/experiências/perspectivas sobre temas da vida.

O que me dizem desta ideia? 

Gostariam de participar?

Falem comigo!